Água fria
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Decisões: #79, #80, #83, #84, #85, #104, #105, #108, #111, #115, #120, #128. (#50 e #78 substituídas; o lado da valeta da #139 foi substituído pela #150) Nenhum cano de água embaixo do piso.
Como ler
Medidas em cm a partir do canto 1 (fora, frente-esquerda), iguais às da especificação 11: X → para a direita; Y da frente para o fundo, até o centro do furo. Furos do tijolo a cada 12,5 cm; furo usado por cano NÃO leva graute nem ferro. Altura do piso pronto.
Caixa d'água na torre [decisões #104, #105, #108, #111, #115]
Polietileno 1000 L, Ø 1,49 m, altura 0,99 m com tampa [ref: ficha técnica Brasilit]. Numa TORRE fora da casa, na lateral direita, logo depois do beiral de 0,80 (não recorta o telhado). Centro: X 2230 · Y 425 (est.: torre ≈1,60 × 1,60). Base da caixa a 5,00 m do piso da casa. 4 pilares de concreto armado moldados em cano PVC 200 mm (PT1–PT4), vigas de travamento e sapatas próprias. Geometria, ferros e sapatas: projeto do engenheiro com ART. Escada marinheiro e plataforma com guarda-corpo para limpeza; tampa travada. Manter ≥20 cm (est.) entre a ponta do beiral da direita (telhado novo, #152) e a caixa/torre [parecer hidráulico 17/10, M6]. Saídas: 5 separadas, cada uma com flange e registro na caixa (decisão do Diego): 1 — banheiro social; 2 — banheiro da suíte; 3 — cozinha e lavanderia (com T1 e a ducha); 4 — torneira T2; 5 — torneira T3. Registro geral da entrada perto da caixa. Sem válvula pressurizadora [#115]: com a base a 5,00 sobram ~2,9 m de coluna parada na saída do chuveiro (2,10) [#143]; em uso ~1,5–2,6 mca (est.), acima do mínimo prático de ~1 mca (conferir no manual do chuveiro). Da torre até a casa: os 3 canos dos banheiros e da T3 descem pela torre até a altura dos furos EA (fiada 43, ≈2,97, est.), atravessam ~1,0 m sob o beiral presos num braço de metalon que passa abaixo de ~2,97, fixo no pilar da torre e na cinta/viga do oitão V12 — nunca nas terças (as pontas das terças T1, T2, T3, TBF e TC passam do oitão até x 21,30 da planta, com face de baixo a 3,01 ou mais) nem no tijolo solto do oitão [parecer estrutural, item 16]. União + trecho flexível junto à parede (torre e casa têm fundações separadas); entram por EA1–EA3.
| Furo | Cano | X | Y | Altura |
|---|---|---|---|---|
| EA1 | banheiro social 25 mm | 2043,75 | 443,75 | centro na fiada 43 (≈2,97, est.), abaixo da canaleta 44 |
| EA2 | banheiro da suíte 25 mm | 2043,75 | 418,75 | idem |
| EA3 | T3 25 mm | 2043,75 | 431,25 | idem |
Furo passante na parede da direita (oitão, acima da laje), um por cano, com camisa de PVC, levemente caído para fora, vedado com PU por fora, sob o beiral e fora das colunas de graute (passam ao lado da G54, Y 406,25 — numeração da 07 v19). Ordem dos furos: EA2 (suíte) em Y 418,75, o mais perto da G54, e EA3 (T3) em Y 431,25 — assim o cano da suíte, que desce rente à V12 até a AD2, não cruza o da T3 [parecer hidráulico final 17/10, item 10]. Espessura da laje: o fornecedor confirma. Vão sobre a laje baixo: com o telhado novo sobram só 0,26–0,41 m entre a laje e a telha (est.) — dá só para engatinhar. Os canos sobre a laje (banheiros e T3) são montados e testados ANTES da telha [parecer estrutural, item 19; decisão #152]. Acesso pelo corredor (sem laje); sem alçapão. Ladrão (1 bitola acima da entrada, com tela) e limpeza (32 mm, com registro): descem pela torre e seguem enterrados até uma saída livre no gramado, morro abaixo, a ≥3 m da casa (est.) [decisão #150], a ≥1 m das sapatas da torre (est.), com pedras na boca e tela contra bicho [parecer hidráulico 17/10, item 3]. Sem valeta. No acerto da terra, a água do gramado que desce pela lateral direita passa a ≥1 m (est.) das sapatas da torre, com o terreno em volta delas mais alto (sem poça no pé dos pilares) [parecer hidráulico final 17/10, item 11; 04 v15 f5, nota 9]. Entrada da caixa: água do poço (do outro lado da casa, >20 m, #128), cano subindo pela torre, bomba com boia elétrica e válvula de retenção; circuito C23 e cano 18 reservados (12_eletrica). Potência da bomba: a definir. Registros de manobra RM1 (linha de 32 mm da cozinha/lavanderia) e RM2 (T2) a 1,50 do chão, na descida pela torre. Canos aparentes no sol (descida pela torre, trecho atrás da suíte): pintura acrílica clara, 2 demãos. Abraçadeiras deixam o cano correr (dilatação ~7 cm em 30 m, est.).
Canos sobre a laje × pontaletes do telhado [decisão #152; parecer estrutural, seção 10]
Pontaletes PL1–PL10 em X 693,75 · 893,75 · 1206,25 · 1518,75 · 1831,25 (x 6,9375 · 8,9375 · 12,0625 · 15,1875 · 18,3125 da planta), nas linhas Y 306,25 e Y 106,25 (y 9,0625 e 11,0625 da planta), sobre as paredes V5, V6, V8, V10 e V11.
- Cano sobre a laje a ≥15 cm de qualquer pontalete [parecer estrutural, seção 10].
- Cano nunca correndo por cima do eixo de uma parede que tem pontalete (V5, V6, V8, V10, V11); cruzar essas paredes só atravessado [plano único 17/10, item 10].
- Luvas AD1/AD2 também a ≥15 cm dos pontaletes (est.) [parecer hidráulico 17/10, M6]. O PL7 (X 893,75 · Y 106,25) não pode mudar (fica embaixo da terça T2): a AD1 vai para o furo Y 131,25 da V6, a 25 cm do PL7 [parecer estrutural 17/10 rev.].
- Caminho sobre a laje na frente [parecer estrutural 17/10 rev.]: cano da T3 em Y 131,25 (est.), paralelo à parede da frente (a ≥15 cm das chapas dos pontaletes da linha Y 106,25 e a 1,19 m da face de dentro da parede da frente, #140); vira para a frente em X 918,75 e, junto à parede, faz a curva de 12,5 cm até o furo T3 (X 906,25, fiada 43). Cano do banheiro social atrás dele, em Y 156,25 (est.), fora da faixa dos canos elétricos (Y 163,5–212,5); junto à V6 desce por um toco curto até a luva da AD1 (Y 131,25). Os 2 canos não se cruzam; com eletroduto, cruzar só em ângulo reto.
- As terças T1/T2 se apoiam na viga do oitão V12 em Y 306,25 e Y 106,25 com 2 M10 cada [parecer estrutural, seção 7]. Os M10 da T2 ficam só na viga (acima da canaleta 44); a entrada lateral da AD2 (Y 118,75, fiada 42) fica 12,5 cm ao lado e abaixo deles: AD2 confirmada, sem mudança [parecer estrutural 17/10 rev.].
- Caminho dos canos sobre a laje desenhado na 06 v12 (pontaletes PL1–PL10 na planta) e repetido na folha 10 v7 [parecer hidráulico 17/10, M6].
Banheiros — por cima, pela canaleta [decisão #79]
Igual nos 2 banheiros. 1 cano de 25 mm por banheiro vem da torre, entra em EA1/EA2 e segue por cima da laje até o furo AD e desce nele. AD1 (V6, laje por cima): luva atravessando a laje em cima do furo. AD2 (V12, oitão que continua subindo; a laje só encosta): o cano corre sobre a laje e entra de lado no furo da V12 na fiada 42 (~2,90, est.), abaixo da canaleta 44, com camisa e furo vedado; daí desce no furo [parecer hidráulico 17/10, item 7; plano único 17/10, item 13]. Registro geral a 1,80 no furo AD. A 1,10 o cano deita na canaleta da fiada 16 (1,05–1,12) da parede do vaso/pia/chuveiro e vai: para a frente → registro do chuveiro (RC, na canaleta) e sobe no furo CH até o chuveiro; para o fundo → desce nos furos VS (vaso) e LV (lavatório). Canaleta da fiada 16 nessa parede de Y 225 a Y 62,5. Cano nunca deitado dentro do tijolo, só na canaleta. Onde a canaleta cruza coluna de graute (V6: G90/G98; V12: G91/G99, numeração da 07 v19), o cano passa por camisa de PVC 40 e a coluna fica (07 v19). Cintas: LV, VS e AD atravessam as cintas 14, 32 e 40 dentro de copinho/camisa — o cano não fica preso no graute [#98; parecer hidráulico 17/10, item 8; plano único 17/10, item 13].
| Ponto | O que é | X | Y | Altura |
|---|---|---|---|---|
| LV1 | Lavatório — banheiro social | 893,75 | 218,75 | 0,60 |
| VS1 | Vaso (caixa acoplada) — banheiro social | 893,75 | 168,75 | 0,20 (conferir no vaso) |
| AD1 | Descida da caixa — banheiro social | 893,75 | 131,25 (era 118,75; 25 cm do pontalete PL7) [parecer estrutural 17/10 rev.] | registro geral 1,80 · luva na laje |
| RC1 | Registro do chuveiro — banheiro social | 893,75 | 93,75 | 1,10 (na canaleta) |
| CH1 | Chuveiro — banheiro social | 893,75 | 68,75 | 2,10 [#120] |
| LV2 | Lavatório — banheiro suíte | 2043,75 | 218,75 | 0,60 |
| VS2 | Vaso (caixa acoplada) — banheiro suíte | 2043,75 | 168,75 | 0,20 (conferir no vaso) |
| AD2 | Descida da caixa — banheiro suíte | 2043,75 | 118,75 | registro geral 1,80 · entrada lateral na V12, fiada 42 (~2,90, est.) |
| RC2 | Registro do chuveiro — banheiro suíte | 2043,75 | 93,75 | 1,10 (na canaleta) |
| CH2 | Chuveiro — banheiro suíte | 2043,75 | 68,75 | 2,10 [#120] |
Alturas [ref: prática de mercado e exemplo enviado pelo Diego]. Furos não se cruzam com os da elétrica (fio do chuveiro no furo Y 81,25) nem com o esgoto do lavatório (furo Y 231,25).
Cozinha e lavanderia — por fora [decisão #80]
Da torre o cano desce até ~2,30 (fiada 33, est.), logo acima da verga corrida 32 e dos topos de portas e janelas (2,17), vai até o canto do fundo e corre por fora, preso na parede com abraçadeiras a ~5 cm da parede (sob a varanda onde houver), até a cozinha e o fundo da lavanderia (~30 m). O galvanizado dos LEDs de fora fica a 2,40: os dois não se cruzam; nas luminárias X1 (X 168,75) e X9 (X 1906,25) a água passa por baixo, a ≥10 cm (est.); no respiro R1 (X 87,5) a água e os LEDs passam POR FORA dele [plano único 17/10, item 12; parecer hidráulico 17/10, itens 1, 2 e 12]. Principal de 32 mm; descidas de 25 mm. Em cada ponto o cano desce pela face de fora e atravessa a parede na altura da torneira (não usa furo do tijolo). Descidas sempre AO LADO das janelas [#120]: a da pia (AF3) desce antes da J3 e corre por fora a ~0,70 até o ponto; a da máquina 2 (AF6) desce depois da J2 da lavanderia e corre a ~1,10 até o ponto. A planta da 06 v12 desenha a descida ao lado da janela e o trecho deitado: AF3 desce em y ≈ 462,5 da planta (Y ≈ 750, est.), logo depois da J3; AF6 desce em X ≈ 250 (est.), logo depois da J2 [parecer hidráulico 17/10, item 6; plano único 17/10, item 13]. Trecho no sol (atrás da suíte): pintura acrílica clara. Parede esquerda da sala/jantar (V1): nenhum cano de água desce nela. O 32 mm termina na T1, no canto fundo-esquerdo, e não corre pela parede da sala. A J6 (1,50 × 0,49, peitoril 1,68) fica em y 475–625 da planta (Y 587,5–737,5) e o trecho da antiga J1 (y 725–875) agora é parede cheia [decisão #151]; a planta da 06 v12 mostra a J6 no lugar novo [parecer hidráulico 17/10, M2].
| Ponto | O que é | X | Y | Altura (padrão, conferir) |
|---|---|---|---|---|
| AF3 | Pia | 431,25 | 818,75 | ~0,60 |
| AF4 | Lava-louças | 431,25 | 956,25 | ~0,60 |
| AF5 | Máquina 1 | 231,25 | 1206,25 | ~1,10 |
| AF6 | Máquina 2 | 306,25 | 1206,25 | ~1,10 |
| AF7 | Tanque (tanquinho por mangueira) | 356,25 | 1206,25 | ~1,20 |
Atrás das máquinas: ~10 cm livres (est.) para mangueira e registro (spec 08) [parecer hidráulico 17/10, item 10].
Torneiras de fora [decisões #83, #84]
| Ponto | Onde | X | Y | Altura | De onde vem |
|---|---|---|---|---|---|
| T1 | Fundo, canto esquerdo (atrás da despensa) | 31,25 | 1224,5 | 0,60 | cano de 32 mm da cozinha/lavanderia, por fora |
| T2 | Fundo da suíte (fim da varanda lateral) | 1581,25 | 524,5 | 0,60 | cano próprio 25 mm: sai da torre e corre por fora, preso na parede do fundo a ~2,30 (est.), na mesma abraçadeira dupla do 32 mm [#84, #115; parecer hidráulico 17/10, item 15] |
| T3 | Frente, entre o banheiro social e o quarto 1 | 906,25 | -11,5 | 0,60 | cano próprio 25 mm: entra em EA3, por cima das lajes, a ≥0,80 da parede da frente, em Y 131,25 (est.), virando para a frente em X 918,75 (≥15 cm dos pontaletes) [parecer estrutural 17/10 rev.]; atravessa a parede na fiada 43 (abaixo da canaleta 44) e desce por fora [#84, #140] |
Ducha de fora [decisão #85]
| Ponto | Onde | X | Y | Altura | De onde vem |
|---|---|---|---|---|---|
| DU | Atrás da lavanderia, perto da varanda | 393,75 | 1224,5 | registro 1,10 · saída 2,10 | T no cano de 32 mm da cozinha/lavanderia (o mesmo da T1), descendo por fora da parede |
Braço ~0,60 (est.); brita 0,90 × 0,90 começando a 0,60 da parede, sobre manta, caindo para fora; a água escorre para o gramado (sem valeta) [decisão #150; parecer hidráulico 17/10, item 3]. Alturas [ref: prática de mercado].
Regras para a obra
- Canos e registros colocados enquanto a parede sobe; testar com água antes de fechar a canaleta (argamassa, sem ferro).
- Registros com acesso pela frente.
- Marcar os furos LV, VS, AD e CH na planta da 1ª fiada.
- Canos sobre a laje montados e testados antes da telha (vão de 0,26–0,41 m) [parecer estrutural, item 19].
- Cano que atravessa cinta: sempre dentro de copinho/camisa.
Dúvidas abertas
- Espessura da laje (face de cima): afeta EA1–EA3, PE e T3 (hoje centro na fiada 43, ≈2,97, est.).
- Potência da bomba do poço (a >20 m).
- ~~AD1 × pontalete PL7, T3 × pontaletes PL6–PL10, AD2 × chumbadores da T2~~: resolvidos pelo estrutural [parecer estrutural 17/10 rev.] (AD1 em Y 131,25; T3 em Y 131,25 e banheiro social em Y 156,25; AD2 sem mudança). Desenhados na 06 v12.