Telhado e estrutura do telhado
Telhado
- Telha sanduíche EPS 30 mm (#126): face de baixo amadeirada onde fica à vista; lisa só sobre suíte/closet. Estrutura de metalon galvanizado. Beiral 0,80 em toda a volta (#106, mantido com "mãos" de metalon, #153). Sem calhas, com UMA exceção: calha curta (~2,3 m, x 4,375 → 6,625) no beiral do escritório dentro da garagem, condutor Ø75 (est.) junto à PG3 até a drenagem (#128).
- Telha das 2 águas da frente (A1/A2, ~100 m²): aço 0,50 mm na face de cima, porque as terças ficam a cada 2,00 m (ou uma 0,43 cuja tabela do fornecedor dê ≥ 2,00 m) [#153].
- 15% exatos em todas as águas [#149].
- Casa: 2 caídas de 15%. Topo das paredes igual: corredor × varanda (H3) 3,85, frente (H4) 3,08. O telhado novo fica em cima delas [#152; parecer estrutural 17/10, seção 6]:
- cumeeira: topo das terças 3,93 (3,85 + 0,08), topo da telha 3,96;
- frente: topo das terças = 3,93 − 0,15 × (distância da cumeeira); terça em cima da H4 com topo 3,18 (3,08 + 0,10);
- sem calço. Antes ficava com 15,4% (3,85 → 3,08 em 5,00 m).
- Ala sala/cozinha: 1 caída de 15% para o fundo, 3,08 → parede da frente 4,83 (canaleta 69) · telhado 4,88 (pronta para o mezanino futuro; altura livre em cima do mezanino ≈1,65 no fundo (VM) → ≈2,02 na frente, folha 09 v5). Sem frechal, a ala fica ~10 cm mais baixa e passa ~0,35 acima da casa na cumeeira (4,28 − 3,93; era 0,28) [parecer estrutural 17/10, seção 6; parecer estrutural final 17/10, achado 6].
- Encontro ala × casa: pingadeira da ala por cima da casa do fundo até 0,50 depois da cumeeira (as terças da ala vão até x 4,575 só nesse trecho, y ≤ 7,5625); depois, rufo de encosto.
Estrutura (folha 10 v7) — tubos pré-dimensionados (est.), confirmar com engenheiro com ART
Regra [#152]: as paredes de tijolo seguram o telhado; o aço só vence vão onde não tem parede. Coordenadas da planta em m (origem fora, fundo-esquerda; y para a frente). "Topo" = topo da terça = face de baixo da telha.
| Marca | Peça | Tubo | Onde · quantidade |
|---|---|---|---|
| TC | Cumeeira: 2 barras lado a lado, deitadas em cima da H3 | metalon 80×40 chapa 14 (1,90 mm) | y 7,0425 e 7,0825; x 4,375 → 21,30; topo 3,93 · 2 |
| T1, T2 | Terças da frente | metalon 100×50 chapa 14 | y 9,0625 (topo 3,63) e 11,0625 (topo 3,33); apoios: U0, pontaletes e viga do oitão V12 · 2 |
| T3 | Terça em cima da parede da frente (H4) | metalon 100×50 chapa 14 | y 12,0625; topo 3,18 · 1 |
| TBF | Terça do beiral da frente | metalon 100×50 chapa 14 | y 12,50; topo 3,11; em cima das 6 mãos CB (maior vão 3,75; CB1 → CB3 3,50) · 1 |
| CB | "Mão" do beiral da frente (pedaço curto inclinado 15%, preso na parede) | metalon 100×50 chapa 14 | 0,43 m; nas colunas G114, G118, G122, G125, G128, G131 (na G115 não: ali fica a pilastra PG3 da garagem) [parecer estrutural final 17/10, achado 1] · 6 |
| TB7 | Terça do beiral atrás da suíte | metalon 100×50 chapa 14 | y 6,70; x 15,025 → 21,30 · 1 |
| CBH | "Mão" do beiral atrás da suíte | metalon 100×50 chapa 14 | 0,35 m; colunas G48 e G51 · 2 |
| PL | Pontaletes, só em cima do eixo da parede | metalon 100×50 chapa 14 | x 6,9375 · 8,9375 · 12,0625 · 15,1875 · 18,3125, nas linhas y 9,0625 e 11,0625 (sobre V5, V6, V8, V10, V11); ~0,73 e ~0,43 m (descontar a laje; medir na obra) · 10 |
| TV1, TV2 | Terças longas das varandas | metalon 150×50 chapa 14 | y 5,375 (topo 3,677) e 3,70 (beiral da varanda lateral, topo 3,426); x 4,375 → 15,925 · 2 |
| TV3–TV5 | Terças da varanda do fundo | metalon 100×50 chapa 14 + calço CV de 5 cm | y 2,375 · 1,05 · −0,30 (beiral); x 4,375 → 8,175 · 3 |
| V3 | Viga inclinada da varanda do fundo | metalon 150×50 chapa 12 (2,65 mm) | x 7,275; y 7,00 → −0,325; na H3 3,77, sobre o PV2 3,34, sobre o PV1 2,74 · 1 |
| V4a, V4b | Vigas inclinadas da varanda lateral (só onde tem pilar) | metalon 150×50 chapa 14 | x 11,25 e 15,025; y 7,00 → 3,675 · 2 |
| PV | Pilares das varandas | metalon 100×100 chapa 14 | topo da chapa PV1 2,59 · PV2–PV4 3,19 (= face de baixo da viga; sem viga de borda); bloco ~60×60×60 (est.) [#153] · 4 |
| U0 | Perfil na face da parede da ala (fica) | perfil U enrijecido galvanizado 100×40×17 chapa 14 | x 4,40; 2 trechos inclinados: fundo 7,47 m (y −0,325 → 7,0625) + frente 4,07 m (7,0625 → 11,0875, até a T2) · 2 |
| CV | Calço de 5 cm | metalon 100×50 chapa 14, deitado | sob TV3–TV5 (no U0 e na V3) e sob a TB7 (na V4b) · 7 |
| TA | Terças da ala (parede a parede, sem frechal) | metalon 150×50 chapa 14 | 10 linhas: y −0,30 (beiral) · 0,0625 · 1,7875 · 3,50 · 5,2125 · 6,925 · 8,6375 · 10,35 · 12,0625 · 12,425 (beiral); a cada 1,71–1,725 m; vão 4,25 · 10 |
| FB | Braço do beiral da ala | metalon 100×50 chapa 14 | 1,42 m; nas 4 quinas, deitado na face da viga inclinada (x −0,025 e 4,40) · 4 |
| CT | Contraventamento em X | barra redonda 3/8" com esticador | 7 vãos na casa (frente, varandas, ala) · 14 barras |
Pesos (est.) [parecer estrutural 17/10, seção 8]: casa, varandas e ala 1.243 kg (era 1.853; −2 kg da CB2) + X ~34 kg; garagem 729 kg (era 803). Total 1.972 kg contra 2.656 kg (−684 kg, −26%) [#152]. Comprar ~10% a mais de perda.
Saem (folha 10 v5) [#152]:
- ~~V1, V2 — 6 vigas inclinadas da frente (150×50)~~ (−223 kg): as terças apoiam direto na H3, na H4 e nos pontaletes.
- ~~FR — frechais no topo das paredes da ala~~ (−125 kg): as TA assentam direto na viga inclinada.
- ~~VB — viga de borda 200×100 sobre PV2–PV3–PV4~~ (−71 kg).
- ~~B2, B4 — 2 das 4 vigas da varanda lateral~~: ficam só V4a e V4b, nas linhas dos pilares.
- ~~CL — 5 calços da cumeeira na H3~~: a TC trava a H3 inteira.
- ~~Cumeeira de 2 × 100×50 em cima das vigas~~ → TC 2 × 80×40 direto na H3.
- ~~13 pontaletes nas posições antigas (y 8,3125 / 9,5625 / 10,8125)~~ → 10 pontaletes novos (4 dos antigos ficavam a 12,5 cm das luvas F27, F28, F19, F29).
- ~~Terças a cada 1,25 · 1,60 · 1,50~~ → frente 2,00, varanda 1,33–1,69, ala 1,71–1,725 (catálogo, #153).
Ligações (como prende cada ponta) — [parecer estrutural 17/10, seção 7]
- TC: cantoneira 2"×3/16" (8 cm) + 1 chumbador M10 na canaleta 55 a cada 1,00 m, alternando os lados; balanço 0,80.
- T1/T2: no U0, cantoneira + 2 parafusos 3/8"; no pontalete, solda em volta; na viga do oitão V12, chapa 150×100×6,3 + 2 M10; balanço 0,86.
- T3: cantoneira 2"×3/16" + 1 M10 na canaleta 44 a cada 1,00 m.
- TBF: solda dos 2 lados em cima das mãos CB.
- CB: chapa vertical 350×100×6,3 soldada; 2 barras roscadas 1/2" no graute: canaleta 44 (≈3,03) e cinta 40 (≈2,77).
- CBH: chapa 350×100×6,3; 1 barra roscada 1/2" na canaleta 55 (≈3,81) + 1 na coluna (≈3,53).
- PL: base em chapa 150×100×6,3 + 2 M10 até a cinta 40 (atravessando a laje, sobre faixa maciça); topo com solda em volta na terça.
- TV1/TV2: cantoneira 2"×3/16" soldada + 2 parafusos 3/8"; emenda em cima da V3 ou da V4a; balanço 0,90.
- V3, V4a, V4b na H3: chapa 200×250×9,5 + 2 barras roscadas 1/2" na canaleta 55 + cantoneira de apoio; no pilar: chapa de topo 150×150×6,3, solda dos 2 lados. Emenda da V3 só sobre o PV2.
- PV: chapa de base 200×200×9,5 + 4 chumbadores 1/2" no bloco (10_radier).
- U0: chumbador químico M10 só em coluna de graute (≤ 1,75 m).
- TA: 2 cantoneiras 2"×3/16" (10 cm) por apoio, cada uma com 1 M10 deixado na viga inclinada + 2 parafusos 3/8". TA7 amarra a canaleta 69 (D8), +1 ponto no meio da J5 (x ≈ 2,12) [#148].
- FB: 2 chumbadores M12 deixados na face da viga inclinada (a 0,15 e 0,90 da quina); topo rente ao topo da viga.
- CT: orelha de chapa 1/4" soldada + esticador.
Regras
- Topo das paredes = face de baixo das terças (cumeeira, frente) e das vigas. Chumbadores sempre na cinta, canaleta, viga de concreto ou coluna de graute, deixados antes de concretar (lista na 14_modulacao, item "Topo").
- Pontaletes só em cima do eixo da parede, com 2 M10 até a cinta, sobre faixa maciça da laje; a ≥ 25 cm das luvas elétricas; canos sobre a laje a ≥ 15 cm deles; nenhum pontalete na faixa y 10,00–10,49 (canos).
- Canos de água sobre a laje × pontaletes [parecer estrutural 17/10 rev.] (medidas a partir do canto 1, como na 13_agua_fria: X → direita, Y da frente para o fundo):
- O pontalete PL7 fica onde está (X 893,75 · Y 106,25, em cima da coluna G98 da V6). Ele não pode andar ao longo da parede: tem que ficar embaixo da terça T2, e a T2 não muda de linha (vão de telha de 2,00 m e faixa dos canos elétricos livre). Quem muda é a descida de água AD1: do furo Y 118,75 para o furo Y 131,25 da mesma parede V6 (25 cm do centro do PL7; furo livre, sem coluna nem conduíte). Custo zero: é só outro furo do tijolo.
- Cano da torneira T3: corre sobre a laje paralelo à parede da frente em Y 131,25 (est.). Fica a ≥ 15 cm da chapa dos pontaletes (centro a 25 cm da linha Y 106,25) e a 1,19 m da face de dentro da parede da frente (cumpre o ≥ 0,80 da #140). Chega à frente virando em X 918,75 (25 cm do eixo da V6, ≥ 15 cm da chapa do PL7), corre até a parede da frente e, junto dela, faz uma curva de 12,5 cm até o furo T3 da H4 (X 906,25, fiada 43, sem mudança).
- Cano do banheiro social (até a AD1): corre atrás do cano da T3, em Y 156,25 (est.), fora da faixa dos canos elétricos (Y 163,5–212,5 = y 10,00–10,49 da planta). Junto à V6 desce com um toco curto até a luva da AD1 (Y 131,25), sem correr em cima do eixo da parede. Os 2 canos não se cruzam (a T3 vira para a frente antes da V6). Ao cruzar a V8 e a V10 ele passa 12,5 cm atrás das luvas elétricas F28 e F29 (sem encostar).
- Cruzamentos com eletrodutos sobre a laje: sempre em ângulo reto, nunca correndo juntos.
- Desenho final do caminho: 06 v12, 08 v7 e 10 v7 (planta da estrutura, com as luvas AD1/AD2 e o furo do R1).
- Emendas sempre sobre apoio (V3 sobre PV2, terças sobre vigas, desencontradas), ou a ~0,6 m de um apoio com luva interna e solda total.
- Telha em balanço ≤ 0,50 depois da última terça (catálogo; substitui o "≤ 0,30" da 12 v4). Por isso cada beiral de 0,80 tem terça de beiral (TBF, TB7, TV2, TV5, TA nas pontas) em mãos ou braços.
- O vento de sucção é quem manda: não economizar em ligações, chumbadores, parafusos da telha nas bordas e contraventamento.
- Detalhe D8 (10 v7): toda parede de fora sobe com tijolo até encostar na telha, sem nenhuma fresta [#155]: tijolo cortado com argamassa entre as terças e ao lado delas, e espuma de fechamento nas ondas da telha. Vale também em cima da laje dos quartos (sai a tela contra pássaro). Vão a fechar = altura da terça: ~8 cm na cumeeira, ~10 na frente e na lateral direita, ~15 na sala/cozinha, ~20 na frente da sala. Canaleta 69 da sala amarrada na TA7 (cantoneira + chumbador por coluna ≤1,0 m, +1 no meio da J5). O vão laje → telha fica menor: ~0,41 m em y 11,06 e ~0,26 m junto à H4 (est.) — só dá para engatinhar até a T2; canos sobre a laje montados antes da telha. Alturas do fechamento: tabela na 12 v6 (folha 2): H3 ~8 cm, H4 e oitão V12 ~10, ala ~15, frente da sala ~20; ~70 m de espuma no topo das paredes (est.).
- H3 sem travessas (#128): o topo é travado pela cumeeira TC chumbada a cada 1,00 m na parede inteira + cintas e grautes; ART confirma.
- Viga do oitão V12: 3,83 no eixo da H3 → 3,08 no eixo da H4 (15% exatos) [#149]. Os 2 M10 da T2 na viga do oitão (Y 106,25, em cima da coluna G99) ficam só na viga e na canaleta 44 (não descem abaixo de 3,01), e a chapa de apoio não passa de Y 113,75. A entrada lateral da descida AD2 (Y 118,75, fiada 42, ~2,90) fica 12,5 cm ao lado e pelo menos 1 fiada (7 cm) abaixo da ponta dos chumbadores: não bate, AD2 fica onde está [parecer estrutural 17/10 rev.]. Braço da torre preso na cinta/viga da V12, abaixo de ~2,97, nunca nas terças.
- 2 pontos de aterramento M8 deixados pelo serralheiro (AT1 no hall, na T1 ou na TC; AT2 garagem, na GV2); jumper de 10 mm² ala × casa obrigatório (a ala fica só parafusada). Canos aparentes que corriam nas V1/V2 passam para as terças T1/T2/T3 ou o U0 (12_eletrica).
- Respiro R1 do esgoto atravessa o beiral do fundo com peça de vedação para tubo de 75, com centro em y ≈ −0,12 da planta (Y 1224,5 do canto 1, igual à 11_canos_sob_radier), tubo afastado da parede com abraçadeira mais longa: fica a ~18 cm da TA0 (y 0,0625) e da TA− (y −0,30), acima do mínimo de 10 cm [parecer estrutural 17/10, item 15; [parecer estrutural 17/10 rev.]]. Furo marcado na planta da folha 10 v7.
Garagem (#125, #127, #128, #152, #153)
Meia-água 15%, 3,58 na parede da sala → ≈2,76 na frente; frechal na cinta da fiada 51; X de contraventamento (GV1–GV2); PG1/PG2 topo 2,56 com a GVF em cima; PG3 ≈3,56 sob a GV3; GV3 passa POR CIMA do beiral do escritório (folga ≥2 cm), VL por baixo (~0,20); rufo de encosto topo ≤4,00 (≥0,10 sob a pingadeira da J5, ≈4,24); testeira x 4,375–6,825 (garagem 6,625 + beiral lateral 0,20); J1g de correr; G1 e AT2 na GV2; calha curta com condutor na PG3; em cima da GV, tijolo cortado até a telha entre as terças, com espuma nas ondas, sem fresta [#155]; folha 11 v6 (aprovada 17/10).
- Muda [#152; parecer estrutural 17/10, item 13]: vigas laterais GV1 e GV3 de chapa 13 para chapa 14 (200×100) e vigas que seguram o tijolo VL de chapa 11 para chapa 14 (200×100) (−74 kg).
- Fica [#153]: viga do meio GV2 200×100 chapa 11 e viga da frente GVF 200×100 chapa 3/16" — com vento entrando pela frente aberta estão no limite (est.); engenheiro com ART confere.
- GV assenta na GVF sem folga: face de baixo da GV na linha da GVF = topo da GVF (2,755); acertar a cota "GV na frente ≈2,76".
- Piso: −0,05 junto à casa → −0,16 na frente (2%) (est.).
- Beiral do escritório ~15 cm mais baixo com o telhado novo: a chapa de fechamento sobre o beiral cresce e a calha curta desce ~15 cm (ponta da telha 3,08).
Pendências
- Catálogo da telha escolhida: confirmar vão de 2,00 m na frente (aço 0,50 em cima) e balanço ≤ 0,50.
- ~~Pacote de economia (~10% do aço): aguardando o Diego~~ → aprovado e ampliado no telhado novo [#152].
- Engenheiro com ART: bitolas, chumbadores, blocos dos PV (~60×60×60 est.), vento interno da garagem (GV2/GVF).
- Altura dos pontaletes: medir na obra depois da laje (espessura: fornecedor).